4.2 BASES ORTONORMAIS (GABARITO)
RE.85 b =
.
RE.86 Sejam u = (1, 1) e v = (2, 3)
< u, v > = 2.1.2 + 1.( 3) + 1.2 + 1.( 3) = 4 3 + 2 3 = 0
Como < u, v > = 0, b = {u, v} é ortogonal.
| || u || | ![]() |
Então |
| || v || | ![]() |
Então |
\ b =![]()
RE.87 a = 5
RE.88 Para que {u, v} seja um conjunto ortonormal, devemos ter :
i) < u, v > = 0
ii) || u || = 1 e || v || = 1
Então,
| i) < u, v > = 0 | Þ |
|
| ii) || u || = 1 (verifique) e || v || = 1 | Þ Þ Þ Þ Þ Þ |
|
Logo, a =
e b
=
ou a =
e b =
.
RE.89
| < v1, v2 > = 0 | Þ < (1, 1, 0), (a, a + b, b) > = 0 Þ a + a + b = 0 Þ 2a = b Þ a = |
Tomando b = 2, temos v
2 = ( 1, 1, 2) e b = {(1, 1, 0), ( 1, 1, 2)}, que é uma base ortogonal
e ![]()
Obtemos b =
que é uma base ortonormal para o subespaço dado.
RE.90 b = ![]()
RE.91 b =
é uma base ortonormal do
RE.92 V =
unidades
cúbicas.